As portas do Inferno

“Edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela”

Hoje antes de dormir fiz basicamente duas coisas:
1. Assisti o filme “O Ritual”
2. Vi a mensagem “Quando a igreja se torna o portão para o inferno “ - Papo de Graça, Caio Fábio, Vem e Vê TV.

O filme que vi é mais um daqueles sobre exorcismo católico, baseado – diz ele – numa história real. Disputas e brigas com o diabo, durante horas, um povo / cultura que tem medo do diabo, inclusive o protagonista, que antes era cético e passa a acreditar em Deus depois de ver o “poder” do diabo; ou seja, ele creu primeiro no diabo, e depois em Deus, e ele mesmo diz isso no ápice do filme.

Na mensagem do Papo de Graça, o Caio lê o texto acima de Mateus.

Leia de novo:

“Edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela”


Quando vivemos inseridos na cultura da religião, a impressão que se tem e se passa ao se ler esse texto é a de que o inferno faz investidas contra a igreja, mas a igreja resiste. Ou seja, vencer o inferno pelo cansaço.

Mas não é assim que o texto fala.

O sentido do texto é a de o inferno seria como uma fortaleza. O inferno vê a Igreja de Cristo e foge / se esconde nessa fortaleza, e a Igreja investe contra esse portão, e ele cai.

Sim. O sentido é esse. O inferno tem medo de nós e sequer tem forças para se defender contra nós! Isso foi conquistado por Jesus , na cruz, e nos foi dado, de graça.

Se as pessoas tivessem consciência disso, nem existiria religião, e consequentemente não existiriam suas deturpações e abusos, e as pessoas seriam livres.

Jesus, na cruz,  tirou todo o poder do diabo, que era o medo que as pessoas tinham da morte. Não é mais necessário ter medo do diabo, e nem da morte, e nem da vida.

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